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Parece que a cada dois dias, há notícias sobre perda de memória e a busca por melhores tratamentos. Por muito tempo, parecia que estávamos apenas gerenciando os sintomas, mas as coisas estão realmente começando a mudar. Os pesquisadores estão examinando o problema de novas maneiras, desde entender melhor o cérebro até testar tipos totalmente diferentes de terapias. É uma área complexa, mas há muita esperança no horizonte para um tratamento melhorado da perda de memória.

O Futuro do Tratamento da Perda de Memória: O que está no Horizonte?

O cenário do tratamento da perda de memória está mudando, movendo-se além de simplesmente gerenciar sintomas para modificar ativamente os processos subjacentes da doença.

Por anos, o foco foi amplamente em limpar placas de amiloide, uma característica da doença de Alzheimer. Enquanto a primeira geração de medicamentos que visam o amiloide mostrou algum sucesso em desacelerar o declínio cognitivo, eles não reverteram os danos ou curaram a doença. Isso levou a uma investigação neurocientífica mais ampla sobre outros fatores contribuintes e estratégias terapêuticas mais eficazes.



Além do Gerenciamento de Sintomas para Modificação da Doença

Os tratamentos atuais para condições como a doença de Alzheimer têm como principal objetivo aliviar sintomas. No entanto, o futuro do tratamento da perda de memória está cada vez mais centrado na modificação da doença. Isso envolve o desenvolvimento de terapias que podem interromper ou até mesmo reverter os processos biológicos que levam ao declínio cognitivo.

Os pesquisadores estão explorando maneiras de direcionar não só o amiloide, mas também outras proteínas problemáticas como a tau, além de abordar a inflamação e apoiar a saúde sináptica – as conexões entre células cerebrais que são vitais para a memória e cognição.

O objetivo é intervir de forma mais precoce e eficaz, potencialmente prevenindo as alterações cerebrais significativas que ocorrem à medida que as doenças progridem.



A Importância da Detecção Precoce em Terapias Futuras

À medida que novos tratamentos modificadores de doença surgem, a capacidade de detectar a perda de memória e condições relacionadas em seus estágios iniciais torna-se primordial.

Avanços em ferramentas de diagnóstico, incluindo técnicas de imagem sofisticadas e testes de sangue cada vez mais acessíveis, estão tornando possível identificar marcadores biológicos da doença anos antes que sintomas significativos apareçam. Essa detecção precoce é crítica porque espera-se que muitas terapias futuras sejam mais eficazes quando iniciadas antes que danos neurais substanciais ocorram.

Identificar pacientes em alto risco ou nos estágios muito iniciais de uma condição permitirá uma intervenção oportuna, maximizando os potenciais benefícios dos tratamentos emergentes.



Como Entender e Avaliar Informações de Ensaios Clínicos

Navegar pelo mundo dos ensaios clínicos pode ser complexo, mas entender o processo é fundamental para apreciar os avanços no tratamento da perda de memória. Ensaios clínicos são estudos de pesquisa envolvendo pessoas que são desenhados para testar novas abordagens médicas, como medicamentos, vacinas ou dispositivos. Eles geralmente progridem por várias fases, cada uma com um objetivo diferente:

  • Fase 1: Testa um novo tratamento em um pequeno grupo de pessoas para segurança e dosagem.

  • Fase 2: Avalia a eficácia do tratamento e examina mais a segurança em um grupo maior.

  • Fase 3: Compara o novo tratamento aos tratamentos padrão ou a um placebo em um grande grupo para confirmar a eficácia, monitorar efeitos colaterais e coletar informações que permitirão o novo tratamento ser usado de forma segura.

  • Fase 4: Ocorre após o tratamento ter sido aprovado e comercializado, coletando informações adicionais sobre seus riscos, benefícios e uso ideal.

Ao avaliar informações sobre ensaios clínicos, é importante considerar o design do estudo, o número de participantes, os resultados específicos sendo medidos e os resultados relatados. Fontes confiáveis de informação incluem instituições médicas bem conceituadas, organizações de saúde governamentais e revistas científicas revisadas por pares.



Abordagens Farmacêuticas e Biológicas Emergentes



Além do Amiloide: Alvejando Tau, Inflamação e Saúde Sináptica

A primeira geração de medicamentos aprovados para tratar a doença de Alzheimer, como lecanemab e donanemab, atua limpando placas de amiloide do cérebro. Estas são aglomerações de proteínas que se acumulam e são consideradas contribuintes para a doença.

Embora esses medicamentos tenham mostrado que podem desacelerar o declínio cognitivo modestamente, eles não interrompem ou revertem a doença. Eles também vêm com potenciais efeitos colaterais, como inchaço ou sangramento cerebral, e geralmente são recomendados para pessoas nos estágios iniciais da doença. Pessoas que carregam uma variantes gênicas específicas, como APOE e4, podem ter um risco maior desses efeitos colaterais sérios, tornando testes genéticos importantes antes de iniciar o tratamento.

Mas o amiloide é apenas uma parte do quebra-cabeça. Os cientistas estão agora olhando para outros alvos:

  • Proteína Tau: Outra proteína, tau, forma emaranhados dentro das células cerebrais. Esses emaranhados também são uma característica da doença de Alzheimer. Os pesquisadores estão desenvolvendo medicamentos para impedir que a tau forme esses emaranhados ou para limpá-los uma vez que se formaram.

  • Inflamação: As células imunológicas do cérebro, chamadas microglia, podem se tornar hiperativas e causar inflamação prejudicial. Compreender como regular essas células é uma área chave de pesquisa.

  • Saúde sináptica: As sinapses são as conexões entre células cerebrais que são vitais para memória e pensamento. Proteger e reparar essas conexões é outro objetivo terapêutico.

O futuro provavelmente envolve terapias combinadas, usando medicamentos que almejam múltiplos aspectos da doença simultaneamente. Essa abordagem é semelhante à forma como outras doenças complexas, como o HIV, passaram de um diagnóstico sombrio a uma condição crônica gerenciável.



Medicamentos de Pequenas Moléculas e Suas Potenciais Vantagens

Embora muitos dos tratamentos biológicos mais novos sejam moléculas grandes, como anticorpos, há também um interesse significativo em medicamentos de pequenas moléculas. Estes são compostos químicos muito mais simples. Suas potenciais vantagens incluem:

  • Administração mais fácil: Pequenas moléculas muitas vezes podem ser tomadas por via oral (como pílulas), o que é mais conveniente do que infusões intravenosas.

  • Melhor penetração no cérebro: Seu tamanho menor pode permitir que atravessem a barreira hematoencefálica mais facilmente, alcançando alvos dentro do cérebro de forma mais eficaz.

  • Custo-efetividade: A fabricação de pequenas moléculas às vezes pode ser menos cara do que produzir biológicos complexos.

Os pesquisadores estão explorando pequenas moléculas que podem almejar enzimas ou vias específicas envolvidas no processo da doença, visando intervenções mais precisas e potencialmente mais seguras.



Reaproveitamento de Medicamentos: Medicamentos para Outras Condições Podem Ajudar?

Outra avenida promissora é o reaproveitamento de medicamentos existentes – encontrar novos usos para medicamentos já aprovados para outras condições. Esta abordagem pode acelerar significativamente o processo de desenvolvimento, pois a segurança e a farmacologia básica desses medicamentos já são bem compreendidas.

Por exemplo, medicamentos usados para tratar diabetes, colesterol alto ou até certos tipos de câncer estão sendo investigados por seus potenciais benefícios em doenças neurodegenerativas. A ideia é que alguns desses medicamentos possam ter efeitos benéficos na saúde cerebral, como reduzir a inflamação, melhorar o fluxo sanguíneo ou proteger as células nervosas, que não eram seu propósito principal.

Essa estratégia oferece um caminho mais rápido para novos tratamentos potenciais, baseando-se no conhecimento e dados de segurança existentes.



Neuroestimulação e Interfaces Cérebro-Computador

Além dos medicamentos, os cientistas estão explorando maneiras de influenciar diretamente a atividade cerebral para ajudar com a perda de memória. Isso envolve usar sinais elétricos ou magnéticos, ou até mesmo conectar o cérebro a computadores.



Estimulação Cerebral Profunda (DBS) para Circuitos de Memória

A Estimulação Cerebral Profunda, ou DBS, é uma técnica que tem sido usada para condições como a doença de Parkinson. Envolve implantar cirurgicamente pequenos eletrodos em áreas específicas do cérebro. Esses eletrodos então enviam pulsos elétricos para regular a atividade cerebral anormal.

Para a perda de memória, os pesquisadores estão investigando se o DBS pode ser usado para estimular circuitos envolvidos na formação e recuperação de memórias. A ideia é corrigir sinais defeituosos que possam estar contribuindo para problemas de memória.

Essa abordagem ainda é amplamente experimental para desordens de memória, com estudos em andamento para determinar os melhores alvos e padrões de estimulação.



Estimulação Magnética Transcraniana (TMS) e Sua Abordagem Não Invasiva

A Estimulação Magnética Transcraniana, ou TMS, oferece uma alternativa não invasiva. Ela usa campos magnéticos para estimular células nervosas no cérebro. Um dispositivo é colocado próximo ao couro cabeludo, e pulsos magnéticos são entregues a regiões específicas do cérebro.

O TMS mostrou potencial no tratamento da depressão, e sua aplicação para a melhoria da memória está sendo explorada. Alvejando áreas como o córtex pré-frontal, que desempenha um papel na memória de trabalho, o TMS visa melhorar a função cognitiva sem cirurgia. A intensidade e a frequência dos pulsos magnéticos são cuidadosamente controladas para alcançar o efeito desejado.



Ultrassom Focado para Abrir a Barreira Hematoencefálica para Entrega de Medicamentos

O ultrassom focado é outra técnica inovadora sendo estudada. Ele utiliza ondas sonoras para criar aberturas temporárias na barreira hematoencefálica. Esta barreira normalmente protege o cérebro, mas também pode impedir que medicamentos o alcancem de forma eficaz. Usando o ultrassom focado, os pesquisadores podem criar pequenas lacunas temporárias nessa barreira, permitindo que medicamentos voltados para tratar a perda de memória entrem no cérebro mais facilmente.

Este método pode tornar as terapias medicamentosas existentes ou novas mais eficazes, melhorando sua entrega para áreas afetadas do cérebro. Os estudos estão examinando como controlar precisamente o ultrassom para garantir a segurança e a eficácia.



Terapias Celulares, Genéticas e Baseadas no Sistema Imunológico



O Potencial da Terapia com Células-Tronco para Reparação Neural

A terapia com células-tronco é uma área de pesquisa ativa para condições de perda de memória. A ideia é usar células especializadas, como células-tronco, para substituir ou reparar células cerebrais danificadas. Estas terapias visam regenerar tecido neural e restaurar a função perdida.

Embora ainda amplamente experimental, os primeiros estudos estão explorando como as células-tronco podem ser guiadas a se desenvolverem em tipos específicos de células cerebrais que são perdidas em condições como a doença de Alzheimer. A esperança é que estas novas células possam integrar-se nas redes cerebrais existentes e melhorar as habilidades cognitivas.

Neurocientistas também estão investigando como as células-tronco podem ajudar a reduzir a inflamação ou fornecer fatores protetores para o cérebro.



Terapia Genética para Corrigir Fatores de Risco Genéticos como APOE4

Abordagens de terapia genética estão sendo investigadas para abordar predisposições genéticas. Uma estratégia envolve usar ferramentas de edição genética, como o CRISPR, para modificar genes específicos dentro das células cerebrais.

O objetivo é corrigir ou compensar erros genéticos que contribuem para o desenvolvimento da doença. Isso pode envolver alterar a expressão de genes de risco ou introduzir genes protetores. O desenvolvimento de métodos seguros e eficazes de entrega de genes para o cérebro continua a ser um desafio chave neste campo.



Desenvolvimento de Vacinas para Prevenir a Doença de Alzheimer

Estratégias preventivas também estão no horizonte, com um foco particular em desenvolver vacinas. Semelhante a como as vacinas protegem contra doenças infecciosas, os pesquisadores estão explorando maneiras de treinar o sistema imunológico para atingir e limpar as proteínas anormais que se acumulam no cérebro durante condições como a doença de Alzheimer. Isso inclui desenvolver vacinas que estimulam o sistema imunológico a atacar placas de amiloide ou emaranhados de tau.

Embora o conceito seja promissor, permanecem obstáculos significativos, incluindo garantir que a vacina provoque a resposta imunológica correta sem causar efeitos colaterais prejudiciais, como inflamação cerebral. Ensaios clínicos estão em andamento para avaliar a segurança e a eficácia desses novos candidatos a vacinas.



O Papel dos Diagnósticos Avançados e Medicina Personalizada



IA e Aprendizado de Máquina no Diagnóstico e Tratamento

Descobrir o que está causando a perda de memória sempre foi complicado. Os médicos têm confiado em uma combinação de conversas com pacientes, testes de memória e, às vezes, exames de imagem do cérebro.

Mas e se pudéssemos obter uma imagem mais clara, muito mais cedo? É aqui que diagnósticos avançados, especialmente aqueles movidos por inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), estão começando a fazer uma grande diferença.

Essas ferramentas podem examinar vastas quantidades de dados – pense em exames de imagem cerebral, informações genéticas e até mesmo mudanças sutis em como alguém fala ou se move – para identificar padrões que podem passar despercebidos ao olhar humano.

O objetivo é deslocar o tratamento de sintomas para compreender a causa raiz dos problemas de memória e adaptar tratamentos para cada paciente. Veja como IA e ML estão mudando o jogo:

  • Diagnóstico Mais Preciso e Precoce: Algoritmos de IA podem analisar exames de ressonância magnética (MRI) ou tomografias por emissão de positrões (PET) com incrível velocidade e precisão, identificando sinais precoces da doença que podem não ser óbvios em uma revisão padrão. Eles também podem percorrer dados genéticos para identificar fatores de risco, como versões específicas do gene APOE, que podem influenciar a probabilidade de uma pessoa desenvolver certas condições de memória.

  • Previsão da Progressão da Doença: Ao aprender com dados de milhares de pacientes, modelos de ML podem ajudar a prever como uma doença relacionada à memória pode progredir em um indivíduo específico. Isso permite que médicos e pacientes planejem melhor para o futuro.

  • Planos de Tratamento Personalizados: Uma vez feito o diagnóstico e entendido o provável curso da doença, a IA pode ajudar a combinar pacientes com os tratamentos mais adequados. Isso pode envolver a seleção de medicamentos específicos, sugerir mudanças no estilo de vida, ou até recomendar a participação em ensaios clínicos particulares com base no perfil biológico único de uma pessoa.

  • Descoberta e Desenvolvimento de Medicamentos: A IA também está acelerando o processo de encontrar novos tratamentos. Pode analisar dados biológicos complexos para identificar possíveis alvos medicamentosos e até prever quais medicamentos existentes podem ser reaproveitados para condições de perda de memória.

Por exemplo, os pesquisadores estão usando ML para analisar padrões de fala. Mudanças sutis na escolha de palavras, estrutura das frases ou pausas podem ser indicadores de declínio cognitivo muito antes que a perda significativa de memória esteja aparente. Da mesma forma, a IA pode processar dados de sensores vestíveis para acompanhar mudanças no sono, nos níveis de atividade e até mesmo na maneira de andar, todos os quais podem ser sinais de alerta precoce.

Essa mudança em direção à medicina personalizada, guiada por diagnósticos avançados, promete intervenções mais eficazes e melhores resultados para indivíduos enfrentando perda de memória. É sobre entender a impressão digital biológica única da condição de cada pessoa para orientar o caminho mais apropriado a seguir.



O Futuro de Terapêuticas Neurodegenerativas Alvejadas

Enquanto os tratamentos atuais para Alzheimer e demências relacionadas focam em gerenciar sintomas ou limpar o acúmulo de proteínas como o amiloide, eles não revertem os danos já feitos. No entanto, pesquisas promissoras estão em andamento.

Os cientistas estão explorando novos compostos que poderiam impulsionar sinais cerebrais para restaurar a função cognitiva, muito como um estudo recente mostrou em ratos. Outro trabalho usa ferramentas avançadas como o CRISPR para entender os complexos fatores genéticos por trás dessas doenças, visando desenvolver terapias que atinjam suas causas raízes.

A ideia de combinar diferentes tratamentos, talvez alvejando simultaneamente proteínas amiloide e tau, também está ganhando força. É um quebra-cabeça complexo, mas com pesquisas em andamento sobre novos medicamentos, edição genética e até intervenções no estilo de vida que podem reduzir o risco, o futuro traz mais esperança não apenas para desacelerar a perda de memória, mas potencialmente restaurar o que foi perdido.



Referências

  1. Bucur, M., & Papagno, C. (2023). A estimulação cerebral profunda na doença de Parkinson: uma meta-análise dos resultados neuropsicológicos a longo prazo. Neuropsychology review, 33(2), 307-346. https://doi.org/10.1007/s11065-022-09540-9

  2. Phipps, C. J., Murman, D. L., & Warren, D. E. (2021). Estimulando a memória: revisando intervenções usando estimulação magnética transcraniana repetitiva para melhorar ou restaurar habilidades de memória. Brain Sciences, 11(10), 1283. https://doi.org/10.3390/brainsci11101283

  3. Kong, C., Ahn, J. W., Kim, S., Park, J. Y., Na, Y. C., Chang, J. W., ... & Chang, W. S. (2023). Restauração duradoura das funções de memória e plasticidade sináptica do hipocampo por meio de ultrassom focado na doença de Alzheimer. Brain Stimulation, 16(3), 857-866. https://doi.org/10.1016/j.brs.2023.05.014

  4. Liu, X. Y., Yang, L. P., & Zhao, L. (2020). Terapia com células-tronco para a doença de Alzheimer. World journal of stem cells, 12(8), 787–802. https://doi.org/10.4252/wjsc.v12.i8.787

  5. Rosenberg, J. B., Kaplitt, M. G., De, B. P., Chen, A., Flagiello, T., Salami, C., ... & Crystal, R. G. (2018). Terapia genética do sistema nervoso central AAVrh.10 mediada por APOE2 para a doença de Alzheimer associada ao APOE4. Human Gene Therapy Clinical Development, 29(1), 24-47. https://doi.org/10.1089/humc.2017.231

  6. Lehrer, S., & Rheinstein, P. H. (2022). A vacinação reduz o risco de doença de Alzheimer, doença de Parkinson e outros distúrbios neurodegenerativos. Discovery medicine, 34(172), 97–101.

  7. Thakur, A., Bogati, S., & Pandey, S. (2023). Tentativas de Desenvolver Vacinas Contra a Doença de Alzheimer: Uma Revisão Sistemática de Ensaios de Vacinação em Andamento e Concluídos em Humanos. Cureus, 15(6), e40138. https://doi.org/10.7759/cureus.40138



Perguntas Frequentes



Quais são as maneiras mais novas que os médicos estão tentando tratar a perda de memória?

Os cientistas estão trabalhando em novos tratamentos que vão além de apenas ajudar com sintomas. Eles estão procurando maneiras de realmente corrigir os problemas no cérebro que causam perda de memória, como limpar proteínas nocivas ou reduzir o inchaço. Algumas novas ideias envolvem o uso de medicamentos especiais, estimulação elétrica para o cérebro, ou até mesmo usar as próprias células do corpo para reparar danos.



Por que é tão importante detectar a perda de memória cedo para tratamentos futuros?

Encontrar a perda de memória cedo é como identificar um problema antes que cresça demais. Quando os médicos conseguem identificar a perda de memória em seus estágios iniciais, eles têm uma chance melhor de interromper ou desacelerar os danos. Isso significa que novos tratamentos podem funcionar muito melhor se puderem ser usados antes que o cérebro esteja muito danificado.



Como os cientistas estão tentando fazer medicamentos que almejam mais do que apenas as placas de amiloide?

Por muito tempo, a pesquisa focou nas placas de amiloide, que são aglomerados aderentes no cérebro. Mas os cientistas agora sabem que outras coisas, como emaranhados de tau (outro acúmulo de proteína), inflamação (inchaço no cérebro) e problemas com a comunicação das células cerebrais também desempenham um papel grande. Novos medicamentos estão sendo desenvolvidos para lidar com esses outros problemas, muitas vezes funcionando conjuntamente com medicamentos que visam o amiloide.



O que é especial sobre os medicamentos de pequenas moléculas para perda de memória?

Os medicamentos de pequenas moléculas são como chaves minúsculas que podem desbloquear alvos específicos no cérebro. Eles muitas vezes podem ser ingeridos por via oral, tornando-os mais fáceis de usar. Os cientistas estão projetando esses medicamentos para serem muito precisos, visando corrigir problemas específicos nas células cerebrais sem causar muitos efeitos colaterais.



Medicamentos usados para outros problemas de saúde podem ajudar com a perda de memória?

Sim, às vezes! Isso é chamado 'reaproveitamento' de medicamentos. Os cientistas estão testando medicamentos que já são aprovados para condições como diabetes ou epilepsia para ver se eles também podem ajudar com a perda de memória. É uma maneira mais rápida de encontrar tratamentos potenciais porque já sabemos muito sobre como esses medicamentos funcionam e se eles são seguros.



Como a estimulação cerebral profunda (DBS) pode ajudar com problemas de memória?

A estimulação cerebral profunda envolve a colocação de eletrodos minúsculos em partes específicas do cérebro. Esses eletrodos enviam sinais elétricos que podem ajudar a regular a atividade cerebral. Para a perda de memória, a DBS está sendo explorada para ajudar a melhorar a função dos circuitos cerebrais que são importantes para lembrar de coisas.



O que é a estimulação magnética transcraniana (TMS) e como ela pode ajudar?

A estimulação magnética transcraniana, ou TMS, usa campos magnéticos para estimular células nervosas no cérebro. É um método não invasivo, o que significa que não requer cirurgia. Ao alvejar áreas específicas do cérebro envolvidas na memória, o TMS pode ajudar a melhorar a função cognitiva em pessoas com perda de memória.



Como o ultrassom focado pode ser usado para tratar a perda de memória?

O ultrassom focado é uma tecnologia que usa ondas sonoras para criar calor ou pressão em um ponto muito específico. Uma aplicação empolgante é abrir temporariamente a barreira hematoencefálica, que é um escudo protetor em torno do cérebro. Isso permite que medicamentos que normalmente não podem entrar no cérebro alcancem seu alvo de forma mais eficaz.



O que é terapia com células-tronco e como ela pode ajudar a reparar o cérebro?

Células-tronco são células especiais que podem se transformar em muitos tipos diferentes de células do corpo. Na terapia com células-tronco para perda de memória, os médicos esperam usar essas células para substituir células cerebrais danificadas ou para ajudar o cérebro a se curar. É uma área promissora para reparar danos causados por doenças como o Alzheimer.



Como a terapia genética pode ajudar pessoas em risco de perda de memória?

A terapia genética visa corrigir ou substituir genes defeituosos que aumentam o risco de perda de memória, como uma versão específica do gene APOE (APOE4). Alterando o código genético, os cientistas esperam diminuir o risco de uma pessoa ou até prevenir que a doença se desenvolva.



Estão sendo desenvolvidas vacinas para prevenir a doença de Alzheimer?

Sim, os pesquisadores estão trabalhando em vacinas que poderiam ajudar o sistema imunológico do corpo a combater as mudanças no cérebro que causam a doença de Alzheimer. A ideia é treinar o sistema imunológico para eliminar proteínas nocivas como amiloide ou tau antes que elas possam causar danos significativos.



Como a inteligência artificial (IA) está ajudando no diagnóstico e tratamento da perda de memória?

IA e aprendizado de máquina estão se tornando ferramentas poderosas. Eles podem analisar grandes quantidades de dados médicos, como exames de imagem cerebral e históricos de pacientes, muito mais rapidamente do que humanos. Isso ajuda médicos a detectar sinais de perda de memória mais cedo, identificar a causa específica e até prever quais tratamentos podem funcionar melhor para cada paciente individual.

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