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A Neurociência do Transtorno do Espectro do Autismo (ASD)

O transtorno do espectro do autismo, ou TEA, é uma condição complexa que afeta como uma pessoa interage com os outros, se comunica e aprende. É chamado de 'espectro' porque há uma ampla gama de sintomas e habilidades que podem ocorrer. Compreender o autismo a partir de uma perspectiva de neurociência nos ajuda a observar as diferenças cerebrais que podem estar envolvidas.

Categorizando Tipos de Transtorno do Espectro Autista

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é uma condição única, mas sim um espectro, o que significa que se manifesta de maneira diferente em cada pessoa. Historicamente, diferentes rótulos diagnósticos foram usados, como transtorno autista, síndrome de Asperger e transtorno de desenvolvimento pervasivo-não especificado (PDD-NOS). Essas distinções eram baseadas nas maneiras específicas como os sintomas principais se manifestavam e em sua gravidade.

Por exemplo, o transtorno autista geralmente envolve desafios significativos na interação social, comunicação e presença de comportamentos restritos e repetitivos. A síndrome de Asperger, por outro lado, era caracterizada por dificuldades sociais, mas geralmente sem atrasos significativos na linguagem ou no desenvolvimento cognitivo. PDD-NOS, muitas vezes chamado de autismo atípico, era usado quando os indivíduos mostravam alguns, mas não todos, os recursos principais do transtorno autista, ou quando os sintomas eram menos graves.

O quadro diagnóstico atual, conforme descrito no DSM-5, consolida esses em um único espectro. Esta abordagem reconhece a ampla gama de habilidades e desafios que pessoas com TEA podem experimentar.

O foco agora é descrever o nível de suporte necessário em duas áreas principais: comunicação e interação social, e comportamentos restritos e repetitivos. Essa mudança reflete uma melhor compreensão de que essas condições existem em um continuum, ao invés de categorias discretas.

Embora os termos antigos ainda sejam usados às vezes em conversas informais ou por pessoas que receberam esses diagnósticos no passado, o diagnóstico clínico agora é feito com base no conceito de espectro. Isso permite uma abordagem mais individualizada para entender e apoiar o perfil único de forças e necessidades de cada pessoa.


Reconhecendo os Sinais de Autismo

Identificar os sinais de Autismo pode ser complexo, pois se apresenta de maneira diferente em cada paciente. No entanto, entender os indicadores comuns é fundamental para o reconhecimento precoce e suporte.


Sinais de Autismo em Adultos

Embora o TEA seja frequentemente associado à infância, muitos adultos vivem com o diagnóstico, às vezes não diagnosticados até mais tarde na vida. Adultos podem enfrentar desafios nas interações sociais, como dificuldade em entender sinais sociais, fazer e manter amizades ou engajar-se em conversas recíprocas.

Eles podem também ter uma forte preferência por rotina, ficar angustiados com mudanças inesperadas ou exibir interesses intensos e focados em assuntos específicos. Alguns adultos também podem ter sensibilidades sensoriais, reagindo intensamente a luzes, sons, texturas ou cheiros.


Sinais de Autismo em Bebês

Identificar TEA em bebês é mais desafiador porque sinais iniciais podem ser sutis e se sobrepor a variações de desenvolvimento típicas. No entanto, os profissionais procuram por padrões específicos.

Aos 12 meses de idade, alguns bebês podem mostrar diferenças na atenção visual, como rastreamento de objetos ou pessoas com menos frequência. Eles podem também exibir respostas sociais atípicas, como menos contato visual, menos sorrisos nas interações sociais ou não responder ao nome tão consistentemente quanto esperado.

Atrasos no desenvolvimento da linguagem, incluindo balbucio ou resposta à fala, também podem ser um indicador inicial. Alguns pais relatam notar temperamentos ou comportamentos incomuns, variando de irritabilidade extrema a passividade incomum, até mesmo no primeiro ano.

É importante notar que algumas crianças diagnosticadas com TEA podem desenvolver algumas palavras e rotinas sociais precocemente em torno de um ano de idade, seguidas por um platô e então uma perda dessas habilidades, um fenômeno às vezes referido como regressão no desenvolvimento.


Sintomas Principais do Transtorno do Espectro Autista

O TEA é caracterizado por um conjunto específico de sintomas principais que afetam como um indivíduo interage com os outros e percebe o mundo. Esses sintomas geralmente se enquadram em duas principais categorias: dificuldades com comunicação e interação social, e comportamentos e interesses restritos ou repetitivos.

Essas manifestações podem variar significativamente de pessoa para pessoa, tanto em sua presença quanto em sua intensidade. Por exemplo, algumas pessoas podem mostrar diferenças muito notáveis, enquanto outras podem ter características mais sutis que se tornam mais evidentes em situações específicas.

Dentro do domínio da comunicação social e interação, os indivíduos com TEA podem experimentar dificuldades em várias áreas:

  • Reciprocidade Social-Emocional: Isso pode incluir desafios na iniciação ou resposta a interações sociais, compartilhamento de interesses ou emoções e engajamento em conversas de ida e volta.

  • Comportamentos Comunicativos Não Verbais: Isso envolve diferenças no uso e compreensão de sinais não verbais. Isso pode significar menos contato visual consistente, menos uso de gestos para comunicar, ou dificuldade em entender expressões faciais e linguagem corporal em outros.

  • Desenvolver, Manter e Compreender Relacionamentos: Isso pode se manifestar como dificuldades em fazer amigos, ajustar o comportamento para se adequar a diferentes contextos sociais ou mostrar falta de interesse por colegas.

A segunda área principal envolve padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Isso pode incluir:

  • Movimentos Motores Estereotipados ou Repetitivos, Uso de Objetos ou Fala: Isso pode envolver estereotipias motoras simples como agitar as mãos ou torcer os dedos, alinhar brinquedos ou ecolalia (repetir palavras ou frases).

  • Insistência na Mesmice, Adesão Inflexível a Rotinas ou Padrões Verbal ou Não Verbal Ritualizados: Indivíduos podem ficar muito angustiados com pequenas mudanças, precisar seguir rotinas específicas ou ter maneiras particulares de fazer as coisas.

  • Interesses Altamente Restritos e Fixados que são Anormais em Intensidade ou Foco: Isso poderia ser uma preocupação intensa com tópicos ou objetos incomuns.

  • Hiperatividade ou Hiporreatividade a Entrada Sensorial ou Interesse Incomum nos Aspectos Sensoriais do Ambiente: Isso significa ser incomumente sensível ou insensível a sons, luzes, texturas ou outras informações sensoriais, ou ter uma fascinação por aspectos sensoriais como objetos giratórios ou luz.


O que Causa o Autismo?

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é causado por uma combinação de predisposições genéticas e fatores ambientais que interrompem o desenvolvimento típico do cérebro durante os períodos pré-natal e pós-natal inicial.

Não há uma única causa; em vez disso, um modelo de "múltiplos impactos" sugere que vulnerabilidades genéticas interagem com estressores biológicos externos para alterar como circuitos neurais são formados e podados.


O Autismo é Genético?

Estudos mostram que o TEA tende a correr em famílias. Por exemplo, se uma criança tem TEA, a chance de um irmão também tê-lo é significativamente maior do que na população geral. Esse forte elo aponta para fatores herdados.

Pesquisadores acreditam que o TEA provavelmente é uma condição poligênica do cérebro, o que significa que muitos genes estão envolvidos. Esses genes podem interagir entre si e potencialmente com influências ambientais durante o desenvolvimento.

Cientistas têm trabalhado para identificar genes específicos associados ao TEA. Embora muitos genes candidatos tenham sido estudados, encontrar aqueles consistentemente ligados tem sido desafiador. No entanto, alguns genes mostraram mais potencial, com pesquisas em neurociência sugerindo que eles podem contribuir para a suscetibilidade de uma pessoa desenvolver TEA.


A Base Neurológica do Transtorno do Espectro Autista

O TEA é entendido como uma condição enraizada em diferenças no desenvolvimento cerebral. Não é algo que se desenvolve mais tarde na vida; ao invés disso, está presente desde cedo, afetando como o cérebro de uma pessoa é estruturado e como ele funciona. Essa base neurológica significa que a maneira como as informações são processadas, como as interações sociais são compreendidas e como a comunicação acontece pode ser bastante diferente para pessoas com TEA.


Conectividade Estrutural e Funcional no Cérebro Autista

A pesquisa apontou diferenças em como diferentes partes do cérebro se conectam e se comunicam em indivíduos com TEA. Isso envolve observar tanto a estrutura física do cérebro quanto como ele funciona em tempo real.

  • Tamanho e Crescimento do Cérebro: Alguns estudos observaram diferenças no tamanho do cérebro e nos padrões de crescimento em crianças pequenas com TEA. Por exemplo, algumas pesquisas sugerem um crescimento acelerado da cabeça no primeiro ano de vida, o que pode indicar desenvolvimento atípico do cérebro desde cedo. No entanto, os achados podem variar, e nem todos os pacientes com TEA apresentam esses padrões.

  • Padrões de Conectividade: Uma área significativa de foco é a conectividade. Isso refere-se a como diferentes regiões cerebrais estão conectadas e como elas trabalham juntas. Algumas pesquisas sugerem que, no TEA, pode haver diferenças em como redes cerebrais abrangentes estão conectadas. Isso pode se manifestar como:

  • Subconectividade: Certas áreas cerebrais podem não estar tão fortemente conectadas quanto o esperado, potencialmente afetando a integração de informações em diferentes regiões cerebrais. Às vezes, isso é observado durante tarefas que envolvem linguagem ou processamento social.

  • Superconectividade: Por outro lado, alguns circuitos cerebrais locais podem estar mais densamente conectados do que o típico, o que poderia se relacionar a comportamentos repetitivos ou intenso foco em detalhes específicos.

  • Diferenças na Matéria Branca: A matéria branca no cérebro é composta por fibras nervosas que conectam diferentes áreas. Estudos usando ressonância magnética (MRI) às vezes encontraram diferenças no volume ou organização da matéria branca em indivíduos com TEA, sugerindo alterações nos caminhos de comunicação do cérebro.


Impacto dos Desequilíbrios de Neurotransmissores no Autismo

Neurotransmissores são mensageiros químicos que as células nervosas usam para se comunicar umas com as outras. Desequilíbrios ou diferenças nesses sistemas também são pensados ​​para desempenhar um papel no TEA.

  • Serotonina: Este neurotransmissor está envolvido no humor, sono e comportamento social. Alguns estudos encontraram diferenças nos níveis de serotonina ou como ela funciona em pessoas com TEA, embora o papel exato ainda esteja sendo investigado.

  • GABA e Glutamato: Estes são os neurotransmissores excitatórios e inibitórios principais do cérebro, respectivamente. Eles trabalham em um equilíbrio delicado. A pesquisa sugere que interrupções no equilíbrio entre GABA e glutamato podem contribuir para algumas das sensibilidades sensoriais ou diferenças no processamento de informações vistas no TEA.

  • Oxitocina e Vasopressina: Esses hormônios estão ligados à ligação social e comportamento. Estudos exploraram como esses sistemas podem funcionar de maneira diferente no TEA, com algumas pesquisas investigando se a modulação desses sistemas poderia impactar comportamentos sociais. Por exemplo, a oxitocina foi estudada por seus potenciais efeitos sobre comportamentos repetitivos.


Teste do Espectro Autista

Diagnosticar o TEA envolve um exame cuidadoso do comportamento e desenvolvimento de uma pessoa. Os profissionais frequentemente usam uma combinação de métodos para obter uma imagem clara.

Instrumentos de diagnóstico chave incluem:

  • Entrevistas com os pais: Conversas detalhadas com pais ou cuidadores sobre a história de desenvolvimento da pessoa, interações sociais, padrões de comunicação e quaisquer comportamentos repetitivos. Instrumentos como a Entrevista Diagnóstica do Autismo–Revisada (ADI-R) são comumente utilizados.

  • Observação direta: Observar o comportamento do indivíduo em diferentes ambientes, prestando muita atenção ao envolvimento social, estilo de comunicação e brincadeira. O Cronograma de Observação Diagnóstica do Autismo (ADOS) é uma ferramenta padrão para isso.

  • Histórico de desenvolvimento: Coletar informações sobre marcos, desenvolvimento da linguagem e habilidades sociais desde o nascimento.

O processo diagnóstico visa identificar padrões consistentes com os sintomas principais do TEA. Embora o TEA às vezes possa ser identificado em crianças de apenas dois anos de idade, os sinais podem ser mais sutis e podem não se tornar aparentes até mais tarde na infância ou até mesmo na idade adulta.

A complexidade do TEA significa que o diagnóstico requer um profissional qualificado, muitas vezes um pediatra do desenvolvimento, psicólogo infantil ou psiquiatra, que pode interpretar as informações coletadas dentro do contexto das normas de desenvolvimento.


Opções de Tratamento Baseadas em Evidências para o Autismo


Terapia para Autismo

Quando se trata de abordar o TEA, uma variedade de abordagens terapêuticas está disponível. Essas intervenções são projetadas para apoiar os pacientes na desenvolvimento de habilidades e no gerenciamento de desafios associados ao TEA. O foco muitas vezes é em melhorar a comunicação, interação social e habilidades de vida diária.

Terapias comportamentais formam uma parte significativa da intervenção do TEA. Essas terapias funcionam dividindo comportamentos complexos em etapas menores e gerenciáveis. Elas frequentemente usam reforços positivos para incentivar comportamentos desejados e reduzir comportamentos que podem interferir na aprendizagem ou no envolvimento social. A Análise Comportamental Aplicada (ABA) é um exemplo bem conhecido, que envolve ensino estruturado e reforço.

Outros caminhos terapêuticos incluem:

  • Terapia de Fala e Linguagem: Isto ajuda a melhorar suas habilidades de comunicação verbal e não verbal. Pode abordar a compreensão da linguagem, expressar necessidades e engajar-se em conversas.

  • Terapia Ocupacional: Isso foca em desenvolver habilidades para a vida diária, como rotinas de autocuidado (vestir, comer), habilidades motoras finas (escrever, usar utensílios) e processamento sensorial. Objetiva ajudar os indivíduos a participar mais plenamente das atividades cotidianas.

  • Treinamento de Habilidades Sociais: Esses programas frequentemente envolvem instrução direta e prática em situações sociais para ajudar as pessoas a entender sinais sociais, engajar-se em interações recíprocas e construir relacionamentos.

É importante notar que os planos de tratamento são tipicamente individualizados, levando em conta as necessidades e forças específicas de cada pessoa com TEA. A eficácia das intervenções pode variar, e a avaliação contínua geralmente faz parte do processo de ajuste das estratégias conforme necessário. O objetivo é fornecer suporte que promova independência e melhore a saúde cerebral.


Direções Futuras na Pesquisa em Neurociência do Autismo

O campo de pesquisa em neurociência do autismo está constantemente evoluindo, com cientistas explorando novas avenidas para melhor entender e apoiar indivíduos com TEA. Várias áreas empolgantes estão atualmente moldando o futuro dessa pesquisa.


Eixo Intestino-Cérebro e a Conexão Microbioma-Neurologia

A conexão entre o intestino e o cérebro, frequentemente referida como eixo intestino-cérebro, está ganhando atenção significativa na pesquisa em TEA.

Os trilhões de microrganismos que vivem em nosso sistema digestivo, conhecidos como microbioma, são pensados ​​para desempenhar um papel no desenvolvimento e funcionamento do cérebro. Estudos estão investigando como desequilíbrios no microbioma intestinal podem influenciar processos neurológicos relevantes para o TEA.

Esta pesquisa pode potencialmente levar a novas estratégias de intervenção, talvez envolvendo mudanças dietéticas ou probióticos, para apoiar a saúde intestinal e, por sua vez, impactar o bem-estar neurológico.


Optogenética e o Mapeamento da Circuitaria Neural

Optogenética é uma técnica poderosa que usa luz para controlar a atividade de neurônios específicos. Este método permite que cientistas ativem ou inibam precisamente circuitos neurais específicos em modelos animais.

Ao aplicar optogenética, pesquisadores podem mapear os complexos caminhos de comunicação dentro do cérebro que podem estar alterados no TEA. Este mapeamento detalhado ajuda a entender como redes cerebrais específicas contribuem para comportamentos e sintomas relacionados ao TEA.

Os insights obtidos podem guiar o desenvolvimento de terapias direcionadas a corrigir essas disfunções de circuito.


O Impacto dos Paradigmas de Neurodiversidade no Design de Pesquisa

Neurodiversidade é um conceito que vê as variações na função cerebral, incluindo aquelas vistas no TEA, como diferenças naturais e valiosas, ao invés de déficits. Esta perspectiva está influenciando como a pesquisa é projetada e conduzida.

Pesquisas futuras estão cada vez mais focadas em entender as forças e perfis cognitivos únicos associados ao TEA, ao invés de apenas desafios. Essa mudança encoraja o desenvolvimento de sistemas de suporte e intervenções que abracem e se baseiem nas forças dos indivíduos autistas, promovendo inclusão e bem-estar.

A pesquisa está se movendo em direção à identificação e apoio a perfis neurológicos diversos, reconhecendo que uma abordagem única para todos não é eficaz.


O Panorama em Evolução da Pesquisa sobre Autismo

A jornada para entender o Transtorno do Espectro Autista a partir de uma perspectiva de neurociência ainda está se desdobrando. Embora tenhamos feito avanços significativos em identificar diferenças cerebrais e ligações genéticas, há muito mais para explorar.

Pesquisas futuras têm a promessa de diagnósticos mais precoces, possivelmente por meio de ferramentas sensíveis que podem detectar TEA em bebês. Isso pode levar a intervenções mais eficazes, adaptadas às necessidades individuais, ajudando as crianças a alcançar seu potencial máximo.

Trabalho contínuo em neuroimagem e genética provavelmente revelará mais sobre os caminhos complexos envolvidos no TEA, possivelmente abrindo caminho para novos tratamentos. É um momento empolgante, à medida que cientistas de diferentes áreas se reúnem, nos aproximando de uma compreensão mais profunda do cérebro e de como ele se desenvolve no TEA.


Referências

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Perguntas Frequentes


O que é Transtorno do Espectro Autista (TEA)?

Transtorno do Espectro Autista, ou TEA, é uma condição que afeta como uma pessoa interage com os outros, se comunica, aprende e se comporta. É chamado de 'espectro' porque a maneira como afeta as pessoas pode variar muito. Algumas pessoas podem precisar de muito suporte, enquanto outras podem precisar de menos.


Como os médicos diagnosticam o TEA?

Os médicos diagnosticam o TEA observando o comportamento e desenvolvimento de uma pessoa. Não há um exame de sangue ou escaneamento que possa diagnosticá-lo. Eles observam como alguém se comunica, interage socialmente e se comporta, frequentemente usando listas de verificação e avaliações específicas.


Existem diferentes tipos de autismo?

O termo 'transtorno do espectro autista' cobre uma gama de condições que costumavam ser diagnosticadas separadamente, como Transtorno Autista, Síndrome de Asperger e Transtorno de Desenvolvimento Pervasivo-Não Especificado. Agora, todos são agrupados sob TEA, reconhecendo que o autismo existe em um espectro com níveis variados de suporte necessário.


Quais são os principais sinais de TEA?

Os principais sinais geralmente envolvem desafios na interação e comunicação social e ter comportamentos ou interesses restritos ou repetitivos. Isso pode parecer diferente em cada pessoa, afetando como elas conversam com os outros, entendem sinais sociais ou interagem com o mundo ao seu redor.


O TEA pode ser visto em bebês?

Sim, alguns sinais de TEA podem aparecer em bebês de até 6 meses de idade. Estes podem incluir não fazer contato visual, não sorrir de volta ou não responder ao nome. Sinais precoces são importantes para suporte precoce.


Quais são os sinais de TEA em adultos?

Em adultos, os sinais podem incluir dificuldade em entender sinais sociais ou regras não ditas, dificuldade em fazer ou manter amizades, preferir ficar sozinho, ter interesses intensos em tópicos específicos ou ser muito sensível a certos sons ou texturas. Às vezes, esses sinais podem ter estado presentes desde a infância, mas não foram reconhecidos como autismo.


O autismo é causado por genética?

A genética desempenha um grande papel no TEA. Pesquisas mostram que o TEA frequentemente corre em famílias e muitos genes diferentes são pensados ​​para contribuir para a condição. No entanto, geralmente não é causado por apenas um gene.


Como é o cérebro de alguém com TEA?

Estudos mostram que os cérebros de pessoas com TEA podem ser diferentes em termos de estrutura e como diferentes partes se conectam e trabalham juntas. Às vezes, o crescimento do cérebro pode ser mais rápido ou mais lento em certas áreas durante o desenvolvimento, e a comunicação entre regiões cerebrais pode não ser tão suave.


Os químicos cerebrais desempenham um papel no TEA?

Sim, desequilíbrios em certos químicos cerebrais, chamados neurotransmissores, podem afetar como os sinais são enviados e recebidos no cérebro. Isso pode influenciar humor, comportamento e interações sociais em pessoas com TEA.


Existem testes para ver se alguém tem TEA?

Não há um único teste. O diagnóstico depende da observação do comportamento e desenvolvimento. No entanto, existem ferramentas de triagem e avaliações que médicos e especialistas usam para ajudar a entender se alguém pode ter TEA e como isso os afeta.


Que tipo de tratamentos estão disponíveis para TEA?

Os tratamentos se concentram em ajudar os indivíduos a desenvolver habilidades e gerenciar desafios. Isso geralmente inclui terapias comportamentais, terapia da fala e terapia ocupacional, que são adaptadas para as necessidades e metas específicas de cada pessoa.

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