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Como Usar a Neurociência para Melhorar a Experiência do Usuário

Como Usar a Neurociência para Melhorar a Experiência do Usuário

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Os consumidores enfrentam muitas experiências de marca que causam estresse diariamente: navegar por um site confuso, esperar na linha para atendimento ao cliente com uma questão sensível ao tempo, ou escolher entre um caixa lento ou um autoatendimento exigente.

O que podemos projetar para ser conveniente pode, sem querer, se tornar avassalador e desviar os clientes de voltar. Mas você sabia que um certo nível de estresse cognitivo pode ajudar os usuários a permanecerem atentos e engajados em seu produto?

A neurociência, particularmente o EEG, oferece uma solução comercial viável para qualquer marca que deseja aprofundar-se nas experiências dos usuários e melhorá-las.

Neste abrangente Guia de UX baseado em neurociência, você aprenderá:

  • Como a neurociência pode melhorar a UX

  • EEG para pesquisa de UX vs. métodos qualitativos

  • O poder da neuroprevisão

  • Estudos de caso do mundo real da Jones Lang LaSalle, Dell, INFINITI, L'Oreal e mais

  • O futuro da neurociência para a UX

  • Como a EMOTIV pode ajudar



Os consumidores enfrentam muitas experiências de marca que causam estresse diariamente: navegar por um site confuso, esperar na linha para atendimento ao cliente com uma questão sensível ao tempo, ou escolher entre um caixa lento ou um autoatendimento exigente.

O que podemos projetar para ser conveniente pode, sem querer, se tornar avassalador e desviar os clientes de voltar. Mas você sabia que um certo nível de estresse cognitivo pode ajudar os usuários a permanecerem atentos e engajados em seu produto?

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O que podemos projetar para ser conveniente pode, sem querer, se tornar avassalador e desviar os clientes de voltar. Mas você sabia que um certo nível de estresse cognitivo pode ajudar os usuários a permanecerem atentos e engajados em seu produto?

A neurociência, particularmente o EEG, oferece uma solução comercial viável para qualquer marca que deseja aprofundar-se nas experiências dos usuários e melhorá-las.

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  • O poder da neuroprevisão

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  • O futuro da neurociência para a UX

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