Robôs controlados pela mente: as fábricas do futuro?

Maverick Nguyen

21 de fev. de 2018

Compartilhar:

O Financial Times publicou recentemente um incrível vídeo mostrando uma interface cérebro-computador futurista desenvolvida pela Altran, alimentada pelo nosso EEG EMOTIV EPOC+. A demonstração aplica entradas neurais em um ambiente de fabricação, para controlar robôs de fábrica, com o objetivo de, em última análise, transformar empresas e a forma como as pessoas trabalham.

A introdução da neurotecnologia na fabricação representa uma nova possibilidade na maneira como os operadores interagem com suas máquinas, usando suas mentes em vez de suas mãos. Isso visa contribuir para aumentar a segurança, melhorar a capacidade de monitorar e guiar robôs, e aumentar a produtividade geral no chão de fábrica.

O Financial Times publicou recentemente um incrível vídeo mostrando uma interface cérebro-computador futurista desenvolvida pela Altran, alimentada pelo nosso EEG EMOTIV EPOC+. A demonstração aplica entradas neurais em um ambiente de fabricação, para controlar robôs de fábrica, com o objetivo de, em última análise, transformar empresas e a forma como as pessoas trabalham.

A introdução da neurotecnologia na fabricação representa uma nova possibilidade na maneira como os operadores interagem com suas máquinas, usando suas mentes em vez de suas mãos. Isso visa contribuir para aumentar a segurança, melhorar a capacidade de monitorar e guiar robôs, e aumentar a produtividade geral no chão de fábrica.

O Financial Times publicou recentemente um incrível vídeo mostrando uma interface cérebro-computador futurista desenvolvida pela Altran, alimentada pelo nosso EEG EMOTIV EPOC+. A demonstração aplica entradas neurais em um ambiente de fabricação, para controlar robôs de fábrica, com o objetivo de, em última análise, transformar empresas e a forma como as pessoas trabalham.

A introdução da neurotecnologia na fabricação representa uma nova possibilidade na maneira como os operadores interagem com suas máquinas, usando suas mentes em vez de suas mãos. Isso visa contribuir para aumentar a segurança, melhorar a capacidade de monitorar e guiar robôs, e aumentar a produtividade geral no chão de fábrica.