Inc. : Videogames movidos pelo seu cérebro

Nuri Djavit

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Por Christina Desmarais, Inc. Magazine

Na mais recente TED Global Conference, um rapaz chamado Evan Grant fez um cubo laranja desaparecer dentro de um mundo virtual apenas com o pensamento. A plateia foi ao delírio com a façanha do ex-palestrante do TED. O que tornou a demonstração tão impressionante foi que, ao realizar este truque aparentemente mágico, Grant não falou nem usou as mãos para se comunicar com o computador que projetava o cubo no ecrã. O que o público maravilhado presenciou foi a tecnologia de interface cérebro-computador da Emotiv, que permite a comunicação direta entre o cérebro humano e os computadores. Investigadores têm feito experiências com esta tecnologia há décadas, mas só recentemente é que ela passou a ser utilizada numa infinidade de aplicações – desde ajudar amputados a sentir e usar as suas próteses até jogar jogos de PC sem levantar um dedo. Usar a mente para melhorar a experiência de jogo é algo que faz os jogadores salivarem. O problema, diz Scott Steinberg, diretor executivo da TechSavvy, uma empresa de consultoria de videojogos sediada em Seattle, é que a tecnologia de interface cérebro-computador disponível para os jogadores neste momento é impressionante como novidade, mas não é mais eficaz para matar um oponente no “Half-Life” do que usar um rato e um teclado. “É o clássico cenário do ovo e da galinha”, diz Steinberg. “Até haver conteúdo atraente, de alta qualidade e imperdível – aplicações revolucionárias – que dependam fundamentalmente da tecnologia, os fãs não vão comprar em massa. No entanto, até que haja uma base de fãs considerável, os programadores têm poucos incentivos para investir fortemente em jogos que a suportem ou para elevar a fasquia.”Clique aqui para ler o artigo completo

Por Christina Desmarais, Inc. Magazine

Na mais recente TED Global Conference, um rapaz chamado Evan Grant fez um cubo laranja desaparecer dentro de um mundo virtual apenas com o pensamento. A plateia foi ao delírio com a façanha do ex-palestrante do TED. O que tornou a demonstração tão impressionante foi que, ao realizar este truque aparentemente mágico, Grant não falou nem usou as mãos para se comunicar com o computador que projetava o cubo no ecrã. O que o público maravilhado presenciou foi a tecnologia de interface cérebro-computador da Emotiv, que permite a comunicação direta entre o cérebro humano e os computadores. Investigadores têm feito experiências com esta tecnologia há décadas, mas só recentemente é que ela passou a ser utilizada numa infinidade de aplicações – desde ajudar amputados a sentir e usar as suas próteses até jogar jogos de PC sem levantar um dedo. Usar a mente para melhorar a experiência de jogo é algo que faz os jogadores salivarem. O problema, diz Scott Steinberg, diretor executivo da TechSavvy, uma empresa de consultoria de videojogos sediada em Seattle, é que a tecnologia de interface cérebro-computador disponível para os jogadores neste momento é impressionante como novidade, mas não é mais eficaz para matar um oponente no “Half-Life” do que usar um rato e um teclado. “É o clássico cenário do ovo e da galinha”, diz Steinberg. “Até haver conteúdo atraente, de alta qualidade e imperdível – aplicações revolucionárias – que dependam fundamentalmente da tecnologia, os fãs não vão comprar em massa. No entanto, até que haja uma base de fãs considerável, os programadores têm poucos incentivos para investir fortemente em jogos que a suportem ou para elevar a fasquia.”Clique aqui para ler o artigo completo

Por Christina Desmarais, Inc. Magazine

Na mais recente TED Global Conference, um rapaz chamado Evan Grant fez um cubo laranja desaparecer dentro de um mundo virtual apenas com o pensamento. A plateia foi ao delírio com a façanha do ex-palestrante do TED. O que tornou a demonstração tão impressionante foi que, ao realizar este truque aparentemente mágico, Grant não falou nem usou as mãos para se comunicar com o computador que projetava o cubo no ecrã. O que o público maravilhado presenciou foi a tecnologia de interface cérebro-computador da Emotiv, que permite a comunicação direta entre o cérebro humano e os computadores. Investigadores têm feito experiências com esta tecnologia há décadas, mas só recentemente é que ela passou a ser utilizada numa infinidade de aplicações – desde ajudar amputados a sentir e usar as suas próteses até jogar jogos de PC sem levantar um dedo. Usar a mente para melhorar a experiência de jogo é algo que faz os jogadores salivarem. O problema, diz Scott Steinberg, diretor executivo da TechSavvy, uma empresa de consultoria de videojogos sediada em Seattle, é que a tecnologia de interface cérebro-computador disponível para os jogadores neste momento é impressionante como novidade, mas não é mais eficaz para matar um oponente no “Half-Life” do que usar um rato e um teclado. “É o clássico cenário do ovo e da galinha”, diz Steinberg. “Até haver conteúdo atraente, de alta qualidade e imperdível – aplicações revolucionárias – que dependam fundamentalmente da tecnologia, os fãs não vão comprar em massa. No entanto, até que haja uma base de fãs considerável, os programadores têm poucos incentivos para investir fortemente em jogos que a suportem ou para elevar a fasquia.”Clique aqui para ler o artigo completo