Interfaces Cérebro-Computador por Atividade Elétrica Cortical

Maverick Nguyen

Atualizado em

28 de mai. de 2018

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Interfaces Cérebro-Computador por Atividade Cortical Elétrica: Desafios na Criação de um Sistema Cognitivo para Dispositivos Móveis Utilizando Potenciais Evocados Visuais de Estado Estável

Pedro Morais, Carla Quintão, Pedro Vieira

Resumo

O campo de pesquisa das InterfacesCérebro-Computador (BCI) surgiu na tentativa de permitir a comunicação entre pacientes paralisados e a tecnologia. Identificando o estado mental de um indivíduo, através da atividade elétrica do seu cérebro, um sistema típico de BCI atribui a ela uma ação específica no computador. Sabe-se que quando o córtex visual é estimulado com uma determinada frequência, ele apresenta atividade com a mesma frequência. Esta atividade de Potencial Evocado Visual de EstadoEstável (SSVEP) pode ser usada para atingir o objetivo de comunicação mencionado anteriormente. Neste trabalho, primeiro analisamos a atividade elétrica espontânea do cérebro, para distinguir dois estados mentais (concentração/meditação). Em seguida, seguindo uma abordagem do tipo SSVEP, dividimos a tela de estímulo em quatro áreas, cada uma piscando em uma frequência diferente. Ao observar a frequência de resposta do lobo occipital do sujeito, podemos então estimar a decisão de 2 bits que ele tomou. Observamos que tal configuração é eficiente para BCI em tempo real e pode ser facilmente integrada em dispositivos móveis. Além disso, o usuário é capaz de alterar voluntariamente suas decisões, interagindo com o sistema de maneira natural.

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Interfaces Cérebro-Computador por Atividade Cortical Elétrica: Desafios na Criação de um Sistema Cognitivo para Dispositivos Móveis Utilizando Potenciais Evocados Visuais de Estado Estável

Pedro Morais, Carla Quintão, Pedro Vieira

Resumo

O campo de pesquisa das InterfacesCérebro-Computador (BCI) surgiu na tentativa de permitir a comunicação entre pacientes paralisados e a tecnologia. Identificando o estado mental de um indivíduo, através da atividade elétrica do seu cérebro, um sistema típico de BCI atribui a ela uma ação específica no computador. Sabe-se que quando o córtex visual é estimulado com uma determinada frequência, ele apresenta atividade com a mesma frequência. Esta atividade de Potencial Evocado Visual de EstadoEstável (SSVEP) pode ser usada para atingir o objetivo de comunicação mencionado anteriormente. Neste trabalho, primeiro analisamos a atividade elétrica espontânea do cérebro, para distinguir dois estados mentais (concentração/meditação). Em seguida, seguindo uma abordagem do tipo SSVEP, dividimos a tela de estímulo em quatro áreas, cada uma piscando em uma frequência diferente. Ao observar a frequência de resposta do lobo occipital do sujeito, podemos então estimar a decisão de 2 bits que ele tomou. Observamos que tal configuração é eficiente para BCI em tempo real e pode ser facilmente integrada em dispositivos móveis. Além disso, o usuário é capaz de alterar voluntariamente suas decisões, interagindo com o sistema de maneira natural.

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Pedro Morais, Carla Quintão, Pedro Vieira

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O campo de pesquisa das InterfacesCérebro-Computador (BCI) surgiu na tentativa de permitir a comunicação entre pacientes paralisados e a tecnologia. Identificando o estado mental de um indivíduo, através da atividade elétrica do seu cérebro, um sistema típico de BCI atribui a ela uma ação específica no computador. Sabe-se que quando o córtex visual é estimulado com uma determinada frequência, ele apresenta atividade com a mesma frequência. Esta atividade de Potencial Evocado Visual de EstadoEstável (SSVEP) pode ser usada para atingir o objetivo de comunicação mencionado anteriormente. Neste trabalho, primeiro analisamos a atividade elétrica espontânea do cérebro, para distinguir dois estados mentais (concentração/meditação). Em seguida, seguindo uma abordagem do tipo SSVEP, dividimos a tela de estímulo em quatro áreas, cada uma piscando em uma frequência diferente. Ao observar a frequência de resposta do lobo occipital do sujeito, podemos então estimar a decisão de 2 bits que ele tomou. Observamos que tal configuração é eficiente para BCI em tempo real e pode ser facilmente integrada em dispositivos móveis. Além disso, o usuário é capaz de alterar voluntariamente suas decisões, interagindo com o sistema de maneira natural.

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